Nem todo “Ex” vive na Sombra

Blaze Bayley – 11/01/2009 -Manifesto Bar. Fotos e texto por Renata Petrelli

Acabamos de mudar os digitos de 2008 para 2009 e parece que o ano começou otimista para os Head Bangers com o primeiro show do ano a cargo de Blaze Bayley e banda.

Em um domingo abafado, pouco mais de trezentas pessoas compareceram ao Manifesto Rock bar para prestigiar a volta de Blaze ao território brasileiro quase sete anos depois.

Por mais que os “Ex´s” vocalistas da donzela de ferro carreguem uma sombra pesada, Blaze não pareceu se intimidar com o título de “Ex” que carrega e mostrou um set list longo, com 2 horas entre músicas de seus discos solo e de sua carreira no Maiden.

Com muita disposição e poder (ainda) na voz, além de interpretar suas letras de maneira bem… intimidadora (com direito a caras, bocas e caretas) como se estivesse inserido em cada passagem das músicas, blaze e banda fizeram um grande e entrosado mesclado do que a grande maioria queria ouvir (Maiden) e da carreira solo de blaze, destacando músicas do último e bem feito álbum “The man who would not die”.

A banda de apoio a Bayley executou todas as músicas da carreira solo com bastante perfeição, deixando um pouco a desejar justamente na hora que o modesto público (em quantidade e gigante na empolgação) esperava nas boas músicas da fase de Bayley no Maiden em especial na música The clansman. Claro que estamos falando de discos como The X Factor e Virtual XI, época mais distinta e sombria da donzela e com mais influências do “All- Mighty” Mr. Steve Harris nas composições, porém todos que assistem, exigem, por excelência, a execução impecável de quaisquer música da donzela; porém longe de estragar o show, afinal, show para ser único precisa das suas diferenças e peculiaridades.

Manifesto Rock Bar - Blaze Bayley

Manifesto Rock Bar - Blaze Bayley

As músicas executadas dessa época foram as ótimas: The Clansman (cantada por todos os presentes), Virus, Man on the Edge, Lord of the files, Futureal, Sign of the Cross (com destaques para a fidelidade na execução por parte da banda) e the Edge of darkness, intercaladas com ótimos temas de seus discos solo, com The Brave, Samurai, Blackmailer, Voices of the Past (do último álbum) entre outras mais antigas e não menos cantadas pelos presentes.

É válido destacar que mesmo com uma turnê extensa, com mais de 10 shows em menos de 2 semanas, é visível em toda a banda o prazer e o sangue que todos dão ao tocar cada música e é dessa essência que um bom show do puro e bom Heavy Metal é composta; sorte dos fãs que participaram dessa e azar dos que não valorizam.

Confira abaixo, a reportagem exibida pelo canal Play TV, contendo trechos do show e Entrevistas:

Confira abaixo The Clansman:

Confira abaixo Voices From The Past:


Se você não ouviu ainda The Man Who Would not Die, não perca tempo: Baixe aqui (Copiado de Combe do Iommi Blog)

Após o download, se você gostar, compre o disco.

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~ por Vitor em janeiro 21, 2009.

Uma resposta to “Nem todo “Ex” vive na Sombra”

  1. thanks… ficou simpático no blog.

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